A Paz do Senhor esteja contigo.

A Paz do Senhor esteja contigo

Disse Jesus: Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome eu estarei presente.

Seja bem vind@.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Tolerar o intolerável, suportar o insuportável... Este é o cenário dos Cristãos filhos de Cristo no mundo hoje.

  Num mundo dominado pelo poder econômico, a mais valia, tudo é relativo...

“Barbárie” depende de quem executa;

“Civilização”, lei, Direitos humanos é relativo...

“Adultério, traição” Depende de quem comete (primeiro quesito: foi homem ou mulher?), e por ai vai, se é que se pode ir além... suportar o insuportável, tolerar o intolerável.

Assassinato depende do autor, muda – se o adjetivo conforme o autor;

Valores...Se tornam absolutamente relativos aos interesses pessoais e por que não global, se o mundo vive assim, tudo é válido..., é relativo. A própria teoria de Einsten, da relatividade, já é controversa na comunidade cientifica, porém, para a humanidade de hoje, tudo ainda é relativo, a vida é relativa, viver é relativo...a morte é definitiva, não cabe defesa, recurso, não cabe mais nada, ao menos para os mortos, e para os vivos, resta apenas, um ideal de Justiça, que infelizmente, apesar do alcance da Civilização, o poder econômico reduz ao período da Barbiere, “olho por olho, dente por dente” e a isso se denomina Justiça, Civilização.

Uma passagem interessante, de Noemi (cujo nome significa alegria), em Rute, capitulo 1, 20-21, a mesma pede a Deus que troque seu nome para Maura, cuja a tradução é amargura, pois Deus só teria lhe dado um monumento de amargura e não haveria porque se chamar mais Noemi, alegria...No panorama global do homem de hoje, me vem a mente a história de Noemi-Maura, e tudo parece que se repete na história do homem, aos tempos em que o povo se alegrava com as mortes de Gladiadores numa Arena, quem perdia a luta, perdia a vida, como se guerra e morte pudessem gerar vida, como se isso fosse valor que jusfique viver ou morrer. Como se a vida fosse feita apenas de uma ideologia de que a morte tudo resolve..., a história tem provado que viver ou morrer sem dignidade não vale a pena e que:
“ A magoa é um veneno que você toma e pensa que o outro vai morrer”?

"Que pais é esse", que Democrácia é essa? 




terça-feira, 3 de maio de 2011

Notícias: Os Blogs e a Igreja no mundo.

Evangelização, Diversão, laser, formação e informação no mundo de hoje.
O papel dos Blogs e Blogueiros, segundo o Vaticano.
(Olha ai gente, nós estamos de olho neles e eles em nós, rs.)

Vaticano, 02 de maio. A Igreja Católica precisa de membros ativos que escrevam blogs, mas os blogueiros católicos também precisam da Igreja, especialmente para lembrá-los sobre a virtude da caridade nos seus textos, disseram os participantes do I Encontro de Blogs do Vaticano (Vatican Blog Meeting).

O encontro de 2 de maio foi patrocinado pelo Conselho Pontifício para a Cultura e pelo Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais. Os Conselhos receberam as inscrições, e então foram divididos de acordo com a região, idioma e se o blog era pessoal ou institucional e, destes foram escolhidos os nomes de 150 participantes.

Richard Rouse, um funcionário do Conselho para a Cultura, disse que a notícia sobre o encontro do Vaticano já tinha estimulado outras igrejas à iniciar o diálogo com blogueiros locais.
O encontro do Vaticano, disse ele, não foi planejado com a finalidade de ser um seminário sobre como fazer, e nem tinha o objetivo de desenvolver um código de conduta, mas sim de reconhecer o papel dos blogs na comunicação moderna e a dar início ao diálogo entre os blogueiros e o Vaticano.

Padre Roderick Vonhogen, sacerdote holandês e autor de “Katholiek Leven” (Vida Católica), disse no encontro que blogar “permite que ele seja um pastor para aqueles que precisam de um pastor, não para aqueles que já possuem um” porque são ativos numa paróquia.
“Se você escreve um texto para o blog e ninguém comenta, você se sente péssimo … sozinho e isolado,” disse ele. Os comentários fazem com que o autor e os leitores se sintam parte de uma comunidade.

Mas, é somente quando você estabelece interesse e amizade pode converter alguém, disse Padre Vonhogen.

Elizabeth Scalia, autora do “The Anchoress”, disse que enquanto a mídia convencional tende a ver os blogs como “um meio de auto-promoção”, geralmente os blogs católicos são verdadeiras fontes de “clareza católica”. Mas os blogueiros não podem alegar serem fontes de clareza a menos que o façam com caridade, disse ela. “Clareza é um dos maiores desafios que enfrentamos”, afirmou, porque “a liberdade é tanto um dom como uma fonte de tentação para nossos egos”.

Scalia lembrou que a blogosfera católica contém excessivas expressões do tipo “nós e eles” tanto no lado conservador como no lado progressista da Igreja. Como católicos, disse ela, “não é nosso papel fomentar inimizades”. “A Igreja precisa de nós”, disse Scalia. “Ela precisa de nós na evangelização. Ela precisa de nós para disseminar informação e muitas vezes para corrigir a informação”.

“A Igreja precisa que estejamos onde pastam as ovelhas”, mas ao mesmo tempo, os blogueiros precisam da Igreja e de seus pastores para lembrá-los de que a misericórdia de Deus se estende à todas as pessoas e que Jesus quer que Seus seguidores estejam unidos, disse ela.

Arcebispo Claudio Celli, presidente do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais, deu as boas-vindas aos blogueiros e disse-lhes que o Vaticano desejava dar início a “um diálogo entre a fé e a cultura emergente”, que é a blogosfera.

Rocco Palmo, autor do “Whispers in Loggia”, disse aos presentes que os 150 convidados representavam “muitos dos melhores profissionais de comunicação” à serviço da Igreja Católica, embora seja raro que recebam pelo que escrevem nos blogs.

O encontro, disse ele, é um reconhecimento da “nossa contribuição para a vida da Igreja”.
Um dos tópicos em discussão foi o fato de que o ato de blogar já está mudando porque, em muitos países, as messagens de 140 caracteres do Twitter estão se transformando na forma de comunicação mais popular.Outro tema falava sobre o uso de estórias e fotografias com direitos autorais extraídas de sítios de notícias.

Mattia Marasco, autor do “WikiCulture”, disse ao grupo que embora seja correto dar crédito à fonte do material, os direitos autorais são “um modelo antigo para uma nova mídia”.

Padre Vonhogen disse que jornalistas profissionais terão que se acostumar com o fato de suas matérias serem usadas, sabendo que isso significa publicidade gratuita e que se forem bons jornalistas eles irão sobreviver.

“Se roubarem parte do seu conteúdo, enquanto você produzir qualidade, você se sairá bem”, disse ele.
O padre jesuíta, Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano, disse aos blogueiros que embora o Papa Bento XVI “seja uma pessoa que não tuíta e não tenha um blog pessoal, ele é muito atento e sabe bem o que acontece no mundo” e apoia os esforços da mídia católica, como demonstrado pela sua entrevista para a televisão na Sexta-Feira Santa e pela sua entrevista do tamanho de um livro com o escritor alemão Peter Seewald.

“Os blogueiros são importantes” na formação e na informação dos membros da Igreja, disse padre Lombardi, mas todo aquele que influencie aquilo que pensam os católicos deve reconhecer a responsabilidade que isso traz.

Padre Lombardi disse que precisava agradecer os blogueiros pelas vezes que eles entraram em ação para explicar e propagar a doutrina da Igreja e o pensamento do Papa Bento XVI.

Mas ele também disse que toda a questão sobre o “ego” e centralização em si mesmo dos blogueiros é “um dos problemas nos quais vale a pena refletir”, porque embora seja um perigo para todos os comunicadores, um comunicador que se diz católico deve se concentrar primeiro em servir aos outros.

Thomas Peters, que é o autor de “American Papist”, recebeu uma forte salve de palmas quando pediu ao padre Lombardi para incluir os blogueiros na lista de comunicadores que recebem cópias adiantadas dos documentos do Vaticano; ele disse que as grandes empresas da mídia laica recebem cópias adiantadas e frequentemente utilizam essa antecipação para preparar estórias que não são corretas.

Padre Lombardi disse que a Sala de Imprensa do Vaticano disponibiliza informações e documentos à todos os jornalistas credenciados concomitantemente, não fazendo distinção entre os principais jornais e a mídia católica. Um esforço que pode ajudar, disse ele, é o seu próprio trabalho no sentido de melhorar a colaboração entre os departamentos de comunicação das conferências episcopais e as dioceses com a finalidade de assegurar que as notícias cheguem de forma rápida e com precisão.

Por Catholic News Service / U.S. Conference of Catholic Bishops
Gentilmente traduzido por Sandra Katzman

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Não tenhais medo! Ele vendeu a morte por você. Aleluia.

Viva Feliz, seja feliz, promova a felicidade, ame muito, pois pouco não vale à pena.

Toda criatura louva o seu criador!
 

terça-feira, 26 de abril de 2011

A Teoria da relatividade de Einstein é outro equivoco?

Analise de acordo com os muitos pontos de vista de cada observador a se observar, inclusive...


Diz a Teoria da Relatividade de Albert Einstein que todo fato observado no Univrso é relativo, logo, todo ponto de vista (análise e conclusão de tudo que é observado é relativo, e depende do ponto de vista do observador e ou do ângulo que se observe o fato).

Exemplo: Uma maça “caindo” de determinado ponto (altura), está “caindo” e segundo a lei da física, ao soltar a maça do alto ( de certa altura em relação ao chão) para cair ao solo, a maça estaria caindo?

Depende. Do que?

Do ponto de vista do observador.

Para a física, é lei natural, cair do alto ao chão, soltar a maça de certa altura do chão a cair, não é desordem, é normal sua queda ao chão.

Para o ponto de vista de uma “dona de casa”, isso representaria uma desordem, uma maça no chão, espatifada.

No entanto, ao ter em mente o Universo e os vários pontos de vista possiveis de cada observador, tendo em vista a imensidão do universo, teríamos uma realidade diferente para cada observador.

Se o observador estive ao chão, a maça está indo para seu lugar natural;

Para um observador do alto, que não possa enxergar o chão, a maça estaria viajado pelo espaço; Um observador lateral, estaria... e assim sucessivamente, cada observador, uma realidade, logo, tudo é relativo.

E, sucessivamente, na imensidão de pontos de observação do imenso universo conhecido e desconhecido, teríamos varias definições para a “queda” da maça.

É claro que para nós, limitados e pobres mortais, limitados pela matéria e pelo conhecimento, a maça estaria caindo, numa visão bem empírica do fato, embora de acordo com o ponto de vista e local de cada observador, o mesmo fato teria definições diferentes, de acordo com o “ponto”, local de observação do observador.

Então, como afirmou Ainten, tudo que vemos e toda definição é relativa ao ponto de vista do observador.

Entretanto, Einstein errou ao esquecer-se de algo bem simples, como tudo que existe no Universo.

Embora a definição de onde e como está maçã está frente ao oservador possa variar de acordo com o angulo do observador, de fato, para o observador depende do ponto de observação, de seu entendimento, de seu lugar no universo para definir a queda da maça, razão pela qual, a opinião/observação da queda, desordem e ou ordem no mundo natural da física conhecida do ponto de vista do observador, tendo em vista as inúmeras possibilidades e pontos de observação tendo em mente a imensidão do Universo, seriam variaveis a definição de seu local e estado no Unverso, mais para um único elemento o fato não muda, independente do ponto de observação do fato. Qual seja?

Para a maça. Nada é relativo, tudo é absoluto. Única e exclusiva dentro de seu universo de matéria e ou vida, independente do ponto de vista de qualquer observador, o que estiver acontecendo a ela não muda independente do ponto de vista do observador, para a maça, se for jogada de certa altura alta, quando cair, tocar o chão, o impacto, irá destruí - la, então, embora para cada observador do universo a queda da maça tenha uma definição e visão relativas, de acordo com a "visão" e ponto de observação do observador, o fato é que para a maça, a queda de grande altura, só terá uma observação e uma expectativa ao tocar o chão, qual seja, a destruição de sua forma e natureza.

Então, ao menos sob o ponto de vista de um observador, qual seja, a própria maçã, a queda não é relativa, seus efeitos não são relativos, embora possa ter diferentes definições para cada observador.

Assim, ao menos sob o ponto de vista do objeto em queda, a queda e seus efeitos não são relativos. E isto muda todo o curso da história, do Universo...

Creio que foi isso que Cristo tentou dizer ao mundo, em qualquer tempo, em qualquer tecnologia, não se pode perder de vista o ponto de vista único, exclusivo e nada relativo, para o sujeito da “queda”, independente do ponto de vista do observador.

Nesse raciocínio simples e lógico, sou forçada a dizer que com todo seu inestimável conhecimento e intelecto, Einstein errou ao afirmar que tudo no Universo é relativo de acordo com o ponto de vista do Observador. O que me leva a indagar se o ponto de vista do sujeito do fato, independente do ponto e visão do observador do universo não contam?

Você pode até afirmar que não, que tudo é relativo, que a vida em última análise é relativa, dependendo do ponto de vista e local de quem observa, mais é quem é sujeito do ato, quem está caindo, como a maça, ao chão? Para ela, esta verdade não é relativa, é absoluta, ao menos que alguém a pegue no ar e delicadamente a coloque na cesta, então, para a maça, a realidade será outra, independente de qualquer observador, logo, nada é relativo, tudo e todos estão interligados. E os vários pontos de vista de cada observador no Universo, se não levar em conta o ponto de vista do sujeito que cai, no caso em tela, a maça, é um ponto de vista isolado e absolutamente errado, pois não levou em conta o principal observador do fato, o ponto de vista daquele que é é observado, seja ele a maça e ou qualquer outro objeto no Universo.

Ou seja, nunca se pode perder de vista o ponto de vista do objeto da ação no Universo.

sábado, 23 de abril de 2011

O duelo entre a vida e a morte - Leonardo Boff

A vida vence a morte, Cristo Ressuscitou verdadeiramente.
Belo texto do renomado e polemico escritor:Leonardo Boff, extraido do site da Cebi.

"Num dos mais belos hinos da liturgia cristã da Páscoa, que nos vem do século XIII, se canta que "a vida e a morte travaram um duelo; o Senhor da vida foi morto mas eis que agora reina vivo". É o sentido cristão da Páscoa: a inversão dos termos do embate. O que parecia derrota era, na verdade, uma estratégia para vencer o vencedor, quer dizer a morte. Por isso, a grama não cresceu sobre a sepultura de Jesus. Ressuscitado, garantiu a supremacia da vida.

A mensagem vem do campo religioso que se inscreve no humano mais profundo, mas seu significado não se restringe a ele. Ganha uma relevância universal, especialmente, nos dias atuais, em que se trava física e realmente um duelo entre a vida e a morte. Esse duelo se realiza em todas as frentes e tem como campo de batalha o planeta inteiro, envolvendo toda a comunidade de vida e toda a humanidade.

Isso ocorre porque, tardiamente, nos estamos dando conta de que o estilo de vida que escolhemos nos últimos séculos, implica uma verdadeira guerra total contra a Terra. No afã de buscar riqueza, aumentar o consumo indiscriminado (63% do PIB norte-americano é constituído pelo consumo que se transformou numa real cultura consumista) estão sendo pilhados todos os recursos e serviços possíveis da Mãe Terra.

Nos últimos tempos, cresceu a consciência coletiva de que se está travando um verdadeiro duelo entre os mecanismo naturais da vida e os mecanismos artificiais de morte deslanchados por nosso sistema de habitar, produzir, consumir e tratar os dejetos. As primeiras vítimas desta guerra total são os próprios seres humanos. Grande parte vive com insuficiência de meios de vida, favelizada e superexplorada em sua força de trabalho. O que de sofrimento, frustração e humilhação ai se esconde é inenarrável. Vivemos tempos de nova barbárie, denunciada por vários pensadores mundiais, como recentemente por Tsvetan Todorov em seu livro O medo dos bárbaros (2008). Estas realidades que realmente contam porque nos fazem humanos ou cruéis, não entram nos calculos dos lucros de nenhuma empresa e não são considerados pelo PIB dos países, à exceção do Butão que estabeleceu o Indice de Felicidade Interna de seu povo. As outras vítimas são todos os ecossistemas, a biodiversidade e o planeta Terra como um todo.

Recentemente, o prêmio Nobel em economia, Paul Krugmann, revelava que 400 famílias norte-americanas detinham sozinhas mais renda que 46% da população trabalhadora estadunidense. Esta riqueza não cai do céu. É feita através de estratégias de acumulação que incluem trapaças, superespeculação financeira e roubo puro e simples do fruto do trabalho de milhões.

Para o sistema vigente e devemos dizê-lo com todas as letras, a acumulação ilimitada de ganhos é tida como inteligência, a rapinagem de recursos públicos e naturais como destreza, a fraude como habilidade, a corrupção como sagacidade e a exploração desenfreada como sabedoria gerencial. É o triunfo da morte. Será que nesse duelo ela levará a melhor?

O que podemos dizer com toda a certeza que nessa guerra não temos nenhuma chance de ganhar da Terra. Ela existiu sem nós e pode continuar sem nós. Nós sim precisamos dela. O sistema dentro do qual vivemos é de uma espantosa irracionalidade, própria de seres realmente dementes.

Analistas da pegada ecológica global da Terra, devido à conjunção das muitas crises existentes, nos advertem que poderemos conhecer, para tempos não muito distantes, tragédias ecológico-humanitárias de extrema gravidade.

É neste contexto sombrio que cabe atualizar e escutar a mensagem da Páscoa. Possivelmente não escaparemos de uma dolorosa sexta-feira santa. Mas depois virá a ressurreição. A Terra e a Humanidade ainda viverão."